Tenho pena de só ter visto este filme há uns dias. O nome não me era estranho, mas não tinha referências nenhumas. Então, tirei o dvd da caixa e abri as portas para um mundo indescritivelmente belo e fantástico. Um mundo onde o imaginário é mais fértil que a própria Natureza. O universo de Hayao Miyazaki. Senti-me a regressar ao tempo em que via VHS atrás de VHS de desenhos animados, em que chorava baba e ranho a ver o Em busca do Vale Encantado. Mas não se menosprezem estes desenhos animados.
A viagem de Chihiro (Spirited Away) é a história de Chihiro, uma rapariga que viaja acidentalmente com os pais até à terra dos espíritos, lar de deuses e monstros durante a noite. Os pais de Chihiro são transformados em porcos depois de provarem a comida destes deuses, e a pequena rapariga, para os salvar, permanece nesta terra, a prestar serviço a estes espíritos. Trabalha numa espécie de hotel, uma espécie de spa, onde os deuses se vêm refrescar durante a noite, e governado pela bruxa Yu Baba. É uma história repleta de personagens inimagináveis, a começar por esta bruxa, correctamente apelidada de enorme. Existem ainda as suas três cabeças, verdes e saltitantes, de estimação, o seu bebé gigante, e a sua irmã gémea, Zeniba; o Kamaji, trabalhador de 6 braços, gente com cabeça de peixe, sapos falantes, um comboio que viaja mesmo debaixo de água, dragões, pequenas bolinhas de pêlo pretas com vida própria, e muito mais.
A viagem de Chihiro (Spirited Away) é a história de Chihiro, uma rapariga que viaja acidentalmente com os pais até à terra dos espíritos, lar de deuses e monstros durante a noite. Os pais de Chihiro são transformados em porcos depois de provarem a comida destes deuses, e a pequena rapariga, para os salvar, permanece nesta terra, a prestar serviço a estes espíritos. Trabalha numa espécie de hotel, uma espécie de spa, onde os deuses se vêm refrescar durante a noite, e governado pela bruxa Yu Baba. É uma história repleta de personagens inimagináveis, a começar por esta bruxa, correctamente apelidada de enorme. Existem ainda as suas três cabeças, verdes e saltitantes, de estimação, o seu bebé gigante, e a sua irmã gémea, Zeniba; o Kamaji, trabalhador de 6 braços, gente com cabeça de peixe, sapos falantes, um comboio que viaja mesmo debaixo de água, dragões, pequenas bolinhas de pêlo pretas com vida própria, e muito mais.
Uma história impossível de esquecer e que me aguçou o gosto para mais uma história de Miyazaki que corri a ver também: O Castelo Andante (Howl’s Moving Castle). De novo, não fiquei desapontada. Esta segunda é a história de Sophie, jovem de 18 anos que de repente, sob o feitiço da Bruxa do Nada, se vê com 90 anos. Só o feiticeiro Howl, que antes a levara um passeio pelos céus sobre a sua cidade, é capaz de a libertar. De novo nos espera o fantástico: um castelo que anda sozinho, um demónio do fogo, um cão que só arfa como um fumador experiente, um espantalho que salta, um jovem chamado Markl, uma porta para diferentes mundos, e um pano de fundo de guerra. A banda sonora, essa é de arrepiar. No bom sentido…
Agora que se despertou a minha curiosidade sobre este realizador, gostava de ver muitos mais.
2 comentários:
Viste à pala de quem? Hum hum? =D
A Princesa Mononoke dele (Hayao Miyazaki) também é giro.
Fora do Hayao Miyazaki, os filmes do Cowboy Bebop, Ghost In The Shell e Akira também têm a sua piada. (sendo o último mais surreal que os dois anteriores)
=) <333
Eu tenho a dizer que no meu secundário passei a vida a ouvir amigos meus a falar da Princesa Mononoke, do Castelo Andante e da Viagem de Chihiro e como nunca fui grande apreciar de desenhos animados em excesso nunca tive paciência para os ver.
Vamos lá ver se algum dia a ganho.
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